Ricardo Pinheiro  (757 views)

What is Ricardo doing now?

Lutando como sempre...Lembrando às senhoras que a violência doméstica é para ser denunciada!...Pois há homens Sem "H"!...
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June 17
 
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Activismo Político, Activismo Social, Activismo Civil...Trabalho, Código de Trabalho, Estudos, SC Braga, Bloco de Esquerda, Greenpeace, Internet, Fóruns Sociais, Diplomacia, Etnografia, História, Cultura Castrteja, Feminismo, Luta Anti-Capitalista/Fascista, Anti-Racista, sempre, o Fim da era Nuclear de uma vez por todas existem à volta de 30.000 Ogivas nucleares sempre 24h por dia preparadas para serem lançadas, ETC... FAO: fome cresce no mundo e já atinge mil milhões

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O século XX começou em 1905 com o Soviete de Petrogrado e terminou em 1989 com a queda do muro de Berlim. Século curto, foi um tempo intenso de revoluções e contra-revoluções, de guerras mundiais e fascismo, de colonialismo e exterminismo, de acumulação intensa de capital e de aceleração do tempo tecnológico e militar. Nunca o mundo produziu tanto, nunca a população foi tão grande, nunca a miséria foi tão miserável. E nunca houve tantos muros: na Cisjordânia e em Gaza, na fronteira entre os Estados Unidos e o México, na Ásia, em Schengen. Artigo de Francisco Louçã.


Esse século vertiginoso convoca por isso os ajustes de contas: os vencedores estão sempre a reclamar a sua vitória, por medo dos que esmagaram. Vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, floresce assim a ideologia contentatória: o comunismo acabou, diz Saramago e repete, com gosto evidente, António Vitorino. Frágil ilusão, contudo, pois continuou a ser possível ser cristão depois da Inquisição, social-democrata depois da votação dos créditos de guerra e mesmo depois do assassinato de Rosa Luxemburgo, e até continuou a ser possível ser economista liberal depois da grande depressão de 1929. Cada experiência trágica tem muitas leituras e nunca ninguém tem a última palavra. Como é possível ser socialista depois da queda da União Soviética e do seu muro, do mesmo modo que é possível – e necessário – ser socialista depois do colapso do subprime e da criminalidade financeira que se tornou deslumbrantemente evidente com a crise de 2008 e 2009. É possível, por convicção.

Porque os julgamentos não bastam, muito menos os julgamentos interessados. É preciso compreender. Julgar é fácil demais: “O mais fácil, tratando-se do que tem conteúdo e uma consistência pura e sólida, é proceder aos julgamentos; já é mais difícil compreender; e o mais difícil de tudo é reunir julgamento e compreensão, e produzir a sua exposição”, escreve Hegel no prefácio da sua “Fenomenologia do Espírito”. Compreender, portanto.

Porque a esquerda só se merecerá se for capaz de compreender, esse é o combate mais difícil. Compreender a derrocada de uma mentira, de um sistema social esgotado no privilégio e na desigualdade, na repressão e na censura, no militarismo e no Gulag. A queda do Muro foi o episódio final de uma agonia perante a tensão social insuportável. Mas também ensina que o socialismo só pode ser o contrário do Muro: liberdade contra a censura, responsabilidade contra o controlo sindical, todos os direitos sociais, incluindo o pluripartidarismo, a liberdade de formar sindicatos ou de fazer greve.

Esse é ainda hoje o debate incontornável: os saudosos do partido despótico não fazem parte do socialismo que luta contra o capitalismo. O Muro não sobrevive agora senão como uma memória, como um símbolo clarificador da contraposição do que deve ser o socialismo se quer ser socialismo e vencer.

“Vinte Anos Depois”, o último livro da saga dos mosqueteiros na pena de Alexandre Dumas, é na literatura uma despedida triste, um fim anunciado, porque só podia acabar como tragédia. Pelo contrário, vinte anos depois, a queda do Muro deve ser lembrada não como uma tragédia mas antes como o inevitável desenrolar de uma história acabada, sem nenhuma saudade do que era insuportável, com toda a compreensão para a acção. Somos, os socialistas de esquerda, mais precisos do que nunca.

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Oct 7 2:09 AM
Rakel says:
 
tal como eu a partir de hoje vais aprender a viver um dia de cada vez...
 
 
Jul 1 7:16 AM
Lily says:
 
ola vais á msn
pf
 
Jun 26 2:06 PM
 
o fdpt do msn sempre desligado pa!!! vou-te bater
 
Jun 17 9:03 AM
lu says:
 
parabéns primaço:-)
beijo gande
 
Jun 17 4:31 AM
vasco says:
 
parabens abraço
 
Jun 17 3:12 AM
 
parabéns.......abraço
 
Jun 16 4:26 PM
Vasco says:
 
parabéns puto....abraço
 
 
May 9 7:54 PM
 
haha, olha eu ali no fundo! que honra! ;)
 
May 6 11:56 AM
 
bigado migo... j to c tantas saudadinhas dai:( e tu k tal vai a vida... beijinhu gandi
 

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